Nível – Crescimento – Movimento do Comércio Agosto/2011

Atividade do comércio cresceu 0,7% em agosto, revela Serasa Experian

 

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores nas lojas em todo o país cresceu 0,7% em agosto na comparação com o mês anterior (jul/11), já ajustado sazonalmente. O resultado mensal de agosto/11 foi uma recuperação após dois meses seguidos de fraco desempenho da atividade varejista (queda de 0,1% em junho/11 e alta de apenas 0,2% em julho/11).

A alta de 0,7% em agosto foi puxada pelo crescimento de 5,6% do segmento de veículos, motos e peças e pela expansão de 3,0% no segmento de material de construção. Também o setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios exibiu boa movimentação, registrando elevação de 2,0% no mês passado. O único segmento do varejo que exibiu recuo em sua atividade, no mês de agosto, foi o de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, registrando queda de 1,6% na comparação com julho/11.

 

No acumulado anual, isto é, de janeiro a agosto de 2011, o varejo nacional registrou expansão de 9,5% em sua atividade, uma pequena desaceleração comparativamente à alta de 9,6% apontada no acumulado de janeiro a julho de 2011. O setor de material de construção continua na liderança deste processo com crescimento de 11,8% no acumulado de 2011, seguido pelo desempenho de 9,0% do setor de móveis, eletroeletrônicos e informática. No outro extremo, o segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios acusa recuo de 0,2% no acumulado do ano.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a atividade varejista em agosto foi impactada favoravelmente pelas boas vendas do Dia dos Pais, as quais cresceram 8,8% segundo levantamento realizado pela Serasa Experian, divulgado no último dia 15 de agosto. Além disto, a robustez do mercado de trabalho, com as taxas de desemprego em níveis historicamente baixos e com ganhos reais de salários, tem conferido sustentação ao crescimento da atividade varejista nacional neutralizando, em parte, os efeitos restritivos oriundos dos juros mais elevados e das condições de crédito mais restritivas. Neste sentido, a retomada da trajetória de redução da taxa Selic, conforme decisão recente do Banco Central, deverá amenizar (ou até mesmo interromper) o atual processo de desaceleração da atividade varejista nacional.

Fonte: Serasa Experian

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